quinta-feira, 14 de abril de 2011

Fé e Auto-sugestão

Falar de fé normalmente mexe com a crença e às vezes até com a religiosidade de muitas pessoas e normalmente causa polêmica. Por outro lado manter a mente aberta e saber filtrar o que interessa é sinônimo de sabedoria.


Quantas vezes você pensou em fazer alguma coisa e a fé lhe faltou?


Quantas vezes você pensou em fazer alguma coisa e por dúvida foi pedir a opinião de um parente ou amigo na tentativa desesperada de ouvir da outra pessoa uma opinião semelhante a sua pra confirmar que o que você pensava estava correto e a pessoa destruiu a sua fé?


Nada contra você pedir conselhos a pessoas mais experientes do que você no assunto que lhe interessa, afinal, nunca seremos bons o suficiente em tudo, na verdade sempre seremos medíocres na maioria das coisas. A questão não é essa, e sim a razão pela qual você foi pedir opinião. Conselho tudo bem, até compramos conselhos de consultores, agora se a opinião valesse realmente alguma coisa não seria gratuita e de qualquer um.


Quantas decisões você deixou de tomar por falta de fé? Quantas vezes você disse “tenho que perguntar para minha esposa e ver o que ela acha”


Você sabia que a fé é um estado de espírito que pode ser induzido ou criado, por afirmação ou instrução repetida ao subconsciente através do princípio da auto-sugestão e que esse é o único método conhecido de desenvolvimento voluntário da fé.


Se a fé é induzida ou criada por afirmação ou instrução repetida ao subconsciente através do princípio da auto-sugestão, isso equivale dizer que aqueles que fracassam e terminam a vida na pobreza, infelicidade e desespero, fazem-no por causa da aplicação negativa do princípio da auto-sugestão. O que me leva a pergunta-lhe o seguinte:


O que você pensa repetidamente na maior parte do dia principalmente quando está sozinho?


Acho que você já deve ter ouvido aquele velho ditado que diz “mente vazia oficina do diabo”. Resolva a partir de agora policiar os seus pensamentos auto-sugerindo apenas pensamentos criadores e positivos. Lembre-se de que a mente humana não distingue a realidade da fantasia e é por isso que temos que policiar nossos pensamentos.


Que tipo de instruções você da a sua mente na maior parte do tempo quando está sozinho. Será que você pensa; não será possível eu montar esse negócio porque eu não tenho dinheiro. Como vou poder montar esse negócio se ganho pouco e não sobra pra eu guardar. Como poderei conseguir esse dinheiro se ninguém me reconhece. Como arrumarei esse dinheiro se ninguém gosta de mim. Como conseguirei fazer isso se ninguém me da oportunidade. Ninguém me ajuda, Todos estão contra mim, todos estão agindo mal comigo. Meu chefe não enxerga nada. Com essa pessoa isso nunca vai mudar. É bobagem eu fazer isso, não dará certo porque eles não entendem o meu ponto de vista. Eles não sabem que sou melhor do que eles.


Lembre-se que “todos os pensamentos emocionalizados (aos quais se deu sentimento sejam eles negativos ou positivos) e misturados a fé, começam, imediatamente, a traduzir-se em seu equivalente físico ou cópia, então, acho que seria sábio policiarmos os nossos pensamentos. Se pudéssemos não pensar nada eu diria que seria melhor do que pensar bobagem.


Veja abaixo um texto que saiu na revista Super interessante que comprova cientificamente a força da sugestão e da crença.


A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, sejam através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos, basta que você os aceite. Essa ação sempre acontecerá independente se traga ou não resultados positivos para você.


“Um cientista de Phoenix Arizona queria provar essa teoria e precisava de um voluntário que chegasse às últimas conseqüências, desta forma conseguiu um em uma penitenciária, um condenado a morte, que seria executado em uma cadeira elétrica.


O cientista lhe propôs o seguinte: Ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota. Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse.


Se isso acontecesse, ele ganharia a liberdade, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.


O condenado aceitou, pois era preferível a morrer na cadeira elétrica, e ainda teria a chance de sobreviver. O corte foi superficial e não atingiu nenhuma veia ou artéria, mas foi suficiente para que ele sentisse o pulso sendo cortado. Sem que ele soubesse, debaixo de sua cama tinha um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem seu pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que estava pingando na vasilha de alumínio. Na verdade, era o soro do frasco que gotejava. De 10 em 10 minutos, o cientista sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que era seu sangue que estava diminuindo, assim com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou a válvula, teve uma parada cardíaca e morreu, sem ter perdido uma única gota de sangue.”


O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre ao pé da letra, tudo que lhe é enviado e aceito pela pessoa, seja positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte psíquica quer seja na parte orgânica.


Essa pesquisa é um alerta para filtrarmos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e executa o que lhe é enviado.