sexta-feira, 14 de junho de 2013

A nobre arte de ser Voluntário


Em todos esses 17 anos que tenho de treino, sempre procurei ser voluntário, inclusive quando não era professor. O mestre Gabriel perguntava assim para nós: “Quem gostaria de participar da demonstração na abertura de uma nova unidade? Eu sempre me prontificava a fazê-lo! Não porque era corajoso nem nada, mesmo porque fazia com um medo danado, mas porque acreditava no que o Mestre falava sobre os benefícios de se expor fazendo demonstrações.

Hoje, acredito que o fato de ter participado de várias demonstrações, sem dúvida nenhuma, desenvolveu e muito meu Kung Fu bem como meu controle emocional. E, naquela época, não atentava para outro benefício que me acometia, que era o da importância de ser voluntário.

E hoje, vejo que o Mestre desde aquela época já criava uma cultura na TSKF sobre a importância de sermos voluntários. Ele, como Mestre, poderia simplesmente colocar nossos nomes para participar e pronto! Claro que, se ele colocasse nosso nome nós iríamos e ponto final. Mas, com sua sabedoria de Mestre, preferiu saber quem seriam os voluntários, ou seja, quem seriam os alunos que fariam parte da história da TSKF, ao mesmo tempo, em que se beneficiariam dessa atividade tão nobre.

Quais benefícios, afinal, teremos por sermos voluntários de algo em que acreditamos?

Tem vários benefícios, mas vou colocar aqui somente três que foram os que o Mestre Gabriel sempre nos ensinou:

Aquisição e doação de Conhecimento: Toda vez que sou voluntário da TSKF, aprendo algo diferente. Por mais que você ache que a função seja “simples”, você aprenderá algo com ela. Pode ter certeza! Quando digo aprender algo, não quer dizer que tenha que ser necessariamente com a função em si, mas com a situação que ela pode fazer com que você passe. E mais importante que você adquirir conhecimento, é querer e saber usá-lo para o bem comum. O Mestre sempre nos ensinou que, se você sabe algo de valor que pode ser usado para ajudar o próximo, então você tem esse conhecimento como responsabilidade e ele deve ser passado adiante, sob pena de morrer com você, sem ter feito a diferença para alguém ou algo na vida. Só estamos com toda essa tecnologia fantástica atualmente por causa de conhecimento aprendido, aplicado e ensinado. E tem duas formas de se usar o conhecimento: você pode simplesmente ensinar para alguém ou usar esse conhecimento fazendo o bem aos outros, no caso do tema desse blog, sendo voluntário, por exemplo. Você simplesmente doa sua energia e conhecimento em prol de algo maior, beneficiando mais pessoas. A propósito, conhecimento não compartilhado é como uma moeda de ouro no fundo do oceano. Não tem valor nenhum!

Proteção energética: Você já percebeu que as pessoas que estão comprometidas com alguma coisa importante, quer seja um sonho, um grande projeto ou um trabalho qualquer estão sempre com disposição e com energia de sobra? Haja vista o arquiteto Oscar Niemeyer, que trabalhou até seus 104 anos e que deixou sua marca no Brasil e no mundo. Parece que estas pessoas não ficam doentes e não tem problemas. Eu, por exemplo, nunca vi o Mestre Gabriel faltar na academia por doença, e mesmo quando teve algum problema estava sempre presente, como você pode observar no blog “Ovomaltine com pêra”, veja aqui. Quando nos comprometemos sendo voluntário de algo, e realmente acreditamos e queremos ajudar, o Universo conspira a nosso favor e logo nos envolve em um campo energético (egrégora), onde todos os envolvidos ficam conectados em prol de um objetivo comum. Esse campo é tão forte que passamos a ficar protegidos por ele. Claro, que seu pensamento deve estar alinhado e de acordo com o projeto, já que pensamento e energia são a mesma coisa. Por isso, uma pessoa que faz parte de um grupo, após um período, passa a questionar seus fundamentos e deixa de aceitá-lo, ela deixará o grupo e seguirá seu próprio caminho ou, simplesmente, o próprio campo energético a "exclui", aplicando a lei da afinidade. O Mestre dizia que, se essa pessoa deixasse de fazer parte de uma organização algum dia, automaticamente deixa de ter a proteção da egrégora que ela tinha, por fazer parte daquele mesmo grupo.

Fazer parte da história: Quando trabalhamos voluntariamente em prol de um bem maior, a nossa energia é despendida para esse fim, fazendo com que façamos parte, quer você queira ou não, daquele evento ou projeto. Lembre-se que, na natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma, do mesmo modo a sua energia (intenção) fica fazendo parte daquilo a que ela foi direcionada. Muitas vezes, as pessoas estão fazendo parte de algo muito grande, mas não o percebem ou não dão o devido valor que merecia ser dado. Se você perguntar para um pedreiro o que ele está fazendo, talvez, ele responda que está colocando um tijolo em cima do outro. Mas, se você perguntar para um outro pedreiro o que ele está fazendo, talvez ele responda que está construindo a Catedral de Notre Dame, um monumento que vai ficar para posteridade! É tudo uma questão de valor que você credita a você mesmo. Por isso que, o Mestre Gabriel diz que toda vez que ele vai para Baltimore, as pessoas voluntárias que arbitram lá são doutores, mestres, shifus... Isso nos mostra muito da cultura dos outros países onde as pessoas que possuem um certo status são as que mais percebem a importância de ser voluntário, agregando algo significante para a sociedade.

Agora, imagine você sendo voluntário do nosso Campeonato Internacional de Kung Fu, que é o maior campeonato de kung fu tradicional das Américas realizado sempre no meio do ano, desde 2007. Isso significa dizer que você fez parte dessa realização. Significa dizer que SUA energia foi necessária para a realização do MAIOR DAS AMÉRICAS! Significa dizer que VOCÊ foi importante para o sucesso desse evento!

Nós temos muitos bons exemplos de grupos voluntários na TSKF. E temos um em especial que tenho muito carinho e orgulho, que é o Time de Arbitragem de Kuo Shu da Matriz. Esse grupo se desloca praticamente todos os sábados do ano pra Matriz para ser voluntário em, normalmente, três eventos por ano: em dois Campeonatos da Liga Nacional do Mestre Paulo Silva, da qual sempre somos gentilmente convidados, e no Campeonato Internacional do Mestre Gabriel. O horário de treino desse Time é das 17:00 às 18:00, todos os sábados. Esse é um dos métodos do Mestre Gabriel para realmente saber quais pessoas realmente querem e se propõe a fazer o que precisa ser feito, ou seja, marcando compromissos nos horários mais ingratos que você possa imaginar. Agora, você acha que uma pessoa que sai de sua casa todos os sábados para aprender e treinar das 17:00 às 18:00, e ser voluntario em três eventos por ano, não está comprometida por livre e espontânea vontade???

Já deu para perceber o porquê do Mestre dizer que ser voluntário não é uma tarefa simples, mas com certeza, é uma das mais nobres que existe.

Se você, que está lendo este blog, acha que foi convencido a nos ajudar como voluntário, faça-nos um favor, não procure a TSKF para atuar. Agora, se você que está lendo, se inspirou e realmente sentiu e entendeu a importância do voluntariado, por favor, nos procure imediatamente, pois teremos um lugar tão necessário para você quanto a necessidade que o fez nos procurar. A necessidade que todo ser humano tem na essência, a de fazer o bem pelo próprio bem que ele nos faz.

www.tskf.com.br/academias

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Cuidado com o óbvio!


Quantas vezes em nossas vidas nos vemos por optar por um novo caminho? Quantas vezes precisamos escolher alguma coisa (seu prato no almoço ou no jantar, um filme para assistir, uma roupa para usar...)?
Muitas vezes optamos pelo óbvio. Como assim óbvio?
Quando falo óbvio, estou referindo-me ao que já sabemos ao que já conhecemos. Já sabemos o sabor daquela comida (não estou falando que você não pode pedir o seu prato preferido no restaurante, mas, sempre pedir a mesma coisa?), já conhecemos determinando estado/país, porque não arriscar-se a conhecer uma nova cultura, novos costumes, uma nova culinária?
E quando falo do óbvio, também estou falando da velhice. Agora você deve estar se perguntando e afirmando, então esse cara não quer ficar velho?
E eu te respondo: Não!
Não confunda ser velho com ser idoso. Ser velho é ser uma pessoa que acha que já sabe, que já conhece, que não precisa mais mudar e idoso é uma pessoa de bastante idade.
Nós gostamos tanto do óbvio, que tem gente que esquece algo e diz exatamente isso:
“Eu sou tão azarada que tudo o que eu procuro, eu acho sempre no último lugar que eu estou procurando. Onde era ‘óbvio’”.
De repente alguém do lado vira e fala: “Nossa, isso acontece comigo também”. Cuidado com o óbvio.
Quando o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tinha 10 anos de idade, ele chegou pra sua avó e disse: “Vó, eu vou ser presidente dos Estados Unidos”. 
Agora você já parou para imaginar se ela vira pra ele e fala: “Menino, você cheirou cola? Já se olhou no espelho? Já notou que você é afrodescendente, nasceu no Havaí e tem nome mulçumano (Barack Hussein Obama II)? É impossível”.
Sabe o que ela falou? “Vai que você pode”. Dai o lema “Yes. We can!”
Claro! O impossível não é um fato, o impossível é uma opinião.
Trazendo isso para o nosso universo marcial, é óbvio para as outras pessoas (amigos, familiares, cônjuges), que praticar Kung Fu é lutar. É levar soco na cara, sair sangrando do treino, não conseguir se mexer no dia seguinte.
Muito se fala que treinar a luta no Kung Fu é essencial. Pode até ser que o Kung Fu surgiu da necessidade de se defender (isso seria a sua raiz), mas não podemos ficar presos a isso. Não podemos ter ancoras com esse passado.
Nós da TSKF sabemos muito bem que para treinar Kung Fu não é preciso lutar com ninguém, a não ser você mesmo.
Como foi citado no post anterior: “A luta já não é mais o ponto principal, afinal não temos as pretensões acima citadas, como não usamos mais habilidades corporais para conquistar reinos e povos, ela passa a ser o que de arcaico temos no nosso Kung Fu, ou seja, o que seguramente pode ser descartado, pois não será usado, é valor obsoleto.
Sendo assim podemos usar de seus exercícios para obtermos bem estar, e uma saúde verdadeira uma vez que ser saudável não é só não estar doente, mas sim ter condições físicas, mentais, sociais, financeiras e fisiológicas de viver e viver bem, além do imenso conhecimento sobre ser humano que foi ao longo dos últimos 30 anos agregado pelo Mestre da escola”.
Texto de:Jorge Cruz - Unidade TSKF Mogi das Cruzes


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Abrindo a Porta


Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.

Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, na qual haviam gravadas figuras de caveiras.

Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia:

- Vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e por mim lá serem trancados.

Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros.

Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe:

Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?

- Diga, soldado.

- O que havia por trás da assustadora porta?

- Vá e veja.

O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade.

O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:

Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta.

Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?

Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?


Selecionado por João Lourenço
Instrutor TSKF Barro Preto

segunda-feira, 13 de maio de 2013

De que serve o passado? (Tradicional VS Arcaico)


Em vários momentos na vida nos deparamos com situações conflitantes que nos mostram:
Valores antigos em oposição a Novos valores, como quando você mulher,está acostumada a usar um condicionador para apenas hidratar seus cabelos, e descobre que é possível pintá-los usando o condicionador, além de hidratar... (e isso é realmente possível), ou quando você homem está afeitando a barba, e por um descuido deixa o creme de barbear cair no estofado de couro, e quando limpa, descobre que esse é o melhor método para se tirar manchas de um estofado de couro (e isso também é verdade), nesses momentos nos deparamos com valores antigos colidindo com valores novos, e a partir daí podemos reagir de diversas formas, positivas e negativas, otimistas ou pessimistas, arrogantes ou humildes...

Todas as vezes que nos deparamos com informações que não conhecíamos tendemos a ser arrogantes, fechados para o novo, como diz o ditado: "Quando a única ferramenta que se tem na mão é um martelo, todo problema você acha que é prego", dessa maneira montamos barreiras impedindo que o novo conhecimento faça sua morada em nossa mente. Você sendo desse tipo de pessoa ou não, por um acaso deve conhecer alguém que tenha essa característica marcante, que geralmente fala “Eu sou assim e pronto”, ou que para tudo tem na ponta da língua o complemento perfeito para qualquer frase que dissermos a ele,que é: “Eu sei!”.

O fato é que sempre que precisamos evoluir algo, seja um projeto, um produto, ou até mesmo o ser mais importante do universo, VOCÊ (eu), e é inerente a esse processo de evolução a existência de um ponto de partida, se faz necessário usar valores que já obtemos, mas mudar  é deixar de ser tradicional???

Há uma distinção que eu acho fabulosa, que o filósofo brasileiro Mario Sergio Cortella faz sobre o Tradicional e Arcaico, sendo que o tradicional é aquilo que precisar ser preservado, cuidado, levado a diante, consultado quando necessário, ao passo que o arcaico é tudo aquilo que já está ultrapassado, sem valor, desnecessário, obsoleto.

Trazendo essa informação para o nosso universo marcial, é extremamente comum esbarrarmos em uma dessas comunidades que existem nas redes sociais, bate papos e trocas de informações que falam sobre a tradicionalidade do Kung Fu, qual é o verdadeiro Kung Fu, etc., e para ser bem sincero, nunca vejo nenhum aluno,instrutor, mestre, representante de nenhuma escola ou estilo vir num grupo desses dizer que conquistou um reino ou que provou que seu kung fu tradicional era melhor do que o arsenal bélico de qualquer povo, mas vejo muito o povo dizer que é tradicional no Kung Fu treinar a luta, pois isso é a essência, e essa essência não pode ser perdida...  Aí, a  pergunta que não quer calar: 

Para adquirir perseverança, diligencia, disciplina, confiança, auto confiança,humildade, paciência, lealdade, ou seja, valores que julgamos importantes para a evolução do ser humano, obrigatoriamente tenho que me dispor a levar golpes e a dar golpes nos outros, somente porque essa arte veio da necessidade de se defender, ou seja, perco todos os benefícios que encontraria na arte apenas por não querer lutar?

Nós da TSKF entendemos que NÃO, e ainda nos atrevemos a complementar dizendo que existem muito mais ganhos reais nesse tipo de prática que desempenhamos do que apenas consciência corporal, algo que vai direto para um vastíssimo campo de possibilidades e consciências, que vai direto para o campo mental do ser praticante. 

Acredito que isso sim seja A nossa tradição. Que isso é o que temos que levar pelos tempos, que temos de cuidar, consultar quando necessário e preservar. A luta já não é mais o ponto principal, afinal não temos as pretensões acima citadas, como não usamos mais habilidades corporais para conquistar reinos e povos, ela passa a ser o que de arcaico temos no nosso Kung Fu, ou seja, o que seguramente pode ser descartado, pois não será usado, é valor obsoleto.

Sendo assim podemos usar de seus exercícios para obtermos bem estar, e uma saúde verdadeira uma vez que ser saudável não é só não estar doente, mas sim ter condições físicas, mentais, sociais, financeiras e fisiológicas de viver e viver bem, além do imenso conhecimento sobre ser humano que foi ao longo dos últimos 30 anos agregado pelo Mestre da escola.

Quanto a atividade desportiva da luta, isso é assunto para um próximo post, quem sabe?!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Encare os Seus Medos de Frente


O medo hoje em dia é um dos inimigos mais fortes que criamos em nossa mente. Ouvimos e vemos coisas que entram na nossa mente e acabam criando medos, no trabalho, na família e em todos os setores da vida.

É a partir desses medos que pessoas desistem de seus sonhos e vivem no automático.  Como acabar com esses medos, como enfrenta-los? Simples, encare e lute!

Vamos pegar como exemplo o lutador de boxe Evander Holyfield, o lutador que derrotou o Mike Tyson!

Para essa luta Holyfield se preparou mentalmente e fisicamente. Estudou cada detalhe do seu adversário, viu o que tinha que melhorar e o que tinha que aprender. Nessa história o medo é colocado como Mike Tyson, e como Holyfield se preparou para a luta nós temos que nos preparar para a vida lendo livros, ouvindo pessoas experientes e a todo o momento estar aberto para novas informações.

Em todas as lutas que Mike Tyson saiu como vencedor ele sempre intimidava o adversário, olhava nos olhos com aquele olhar de morte e, em todas às vezes os adversários abaixavam a cabeça, desviavam o olhar, ficavam com medo!

Em muitas situações do dia-a-dia temos muitos problemas no trabalho, na família etc. Se não tivermos coragem para encarar esses problemas, eles tomam conta da gente, assumem a situação. Por isso que a todo o momento temos que aprender a como lidar com o medo para não deixa-lo tomar conta da situação.

Na luta entre Holyfield e Tyson, se observamos o começo podemos ver que quem encara sem medo é Holyfield e Tyson assim como os seus adversários abaixa a cabeça e desvia o olhar. Nessa luta Holyfield se preparou e não teve medo de encarar e nem ser encarado por Tyson, simplesmente ele encarou e lutou!

Veja no vídeo a seguir no minuto 08:05


Se você realmente busca algo na sua vida, tenha em mente que não será fácil, pois se fosse fácil todos seriam felizes. Se você almeja ter sucesso financeiro saiba que vai ter que trabalhar bastante, acordar cedo todos os dias e ser disciplinado com você mesmo. Se você deseja uma pessoa forte e companheira ao seu lado saiba que terá que dar o máximo de você e ser fiel. Tudo na vida tem que ter algo em troca.

Na nossa passagem pela Terra, temos que aprender a lidar com as situações, saber lidar com as pessoas, e saber o que queremos conquistar de verdade. Qual o seu sonho? O que você esta disposto a dar em troca desse sonho? Está realmente preparado para deixar sua antiga rotina para trás?

Difícil? Sim, mas como falei anteriormente, se fosse fácil todos seriam felizes!


João Lourenço
Instrutor TSKF Barro Preto

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Desvendando o Dress Code Traje de Passeio


O traje de passeio também pode ser chamado de "esporte fino" ou "tenue de ville", esse tipo de traje geralmente é solicitado em almoços, casamentos informais, convenções, teatro e etc...

Um cuidado fundamental para não errar na hora de escolher seu traje é checar o horário do evento, já que o traje de passeio pode ser usado tanto de dia quanto à noite.

Homens devem se limitar a cores escuras como chumbo, marinho e grafite. As camisas podem ser de tons escuros ou claros, nesses eventos à noite o uso de gravata é indispensável, prefira padronagens (estampas) mais discretas ou lisas mesmo. Os sapatos podem ser marrons escuros ou pretos de preferência combinando com o cinto.

Mulheres podem usar vestidos, saias, blusas, camisas, terninhos e tailleurs.

Opte por vestidos de modelagens mais básicas, de preferência com o comprimento no joelho ou um pouco a cima, com cortes um pouco mais formais, evite decotes profundos e muita transparência, cores e estampas ficam a critério de cada uma não havendo nenhuma restrição.


Os sapatos ou sandálias devem ser de salto médio ou alto, e as bolsas sempre pequenas!!! Lembrando que não é necessário combinar a cor da bolsa com o sapato.


Os cabelos devem ter pelo menos um cuidado mínimo como uma prancha, uma escova ou até penteados mais básicos como o rabo de cavalo de lado ou uma trança.
Maquiagem opte pelo combo, olho tudo boca nada (olho esfumado em tons escuros e batom em tons de pele), ou boca tudo olho nada (batom em tons mais chamativos como vermelho e rosa combinados com delineador) ou então uma make mais natural (boca e batom discretos).



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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Os Sapos



Certa manhã, um grupo de sapos passeava na floresta quando, de repente, três deles caíram em um poço muito profundo. Os companheiros que conseguiram evitar a queda estavam certos de que eles não sobreviveriam, e apenas os desencorajavam, dizendo que nada do que eles fizessem poderia impedir que morressem.

Os três sapos, então, começaram a nadar, para evitar que se afogassem. Como não teriam forças para aguentar muito tempo, precisavam arranjar uma saída daquela situação.  Quando o primeiro sapo começou a tentar pular para fora do poço, os que estavam do lado de fora ficaram espantados e gritaram para que ele parasse, pois não conseguiria, de maneira nenhuma, sair daquele buraco. Dando ouvidos ao que eles diziam, desistiu de tentar, e se deixou engolir pelas águas do poço.

O segundo sapo, ao ver o amigo morrer, começou a pular também. Na mesma hora, escutou os gritos dos outros vindos lá de cima, dizendo que nada do que ele fizesse adiantaria, e que era melhor que ele apenas esperasse por sua morte. Assim como o primeiro, o segundo sapo deixou-se desanimar por aquelas palavras e também morreu.

Restava apenas o último sapo. Ao contrário dos outros, ele não se deixou levar pelos maus conselhos de seus companheiros, e continuou pulando e pulando. Após certo tempo, quando já estava exausto, pensou que não aguentaria mais, mas sua determinação foi mais forte e ele não parou.

Foram momentos difíceis e, por vezes, o último sapo até pensou em desistir. Porém, mantendo-se firme, ele aguentou até a hora em que a chuva veio. A água encheu o poço, e, quando este ficou cheio, o sapo conseguiu se salvar. Os outros não acreditaram no que havia acontecido, e perguntaram ao sapo sobrevivente por que ele não havia feito como os outros e desistido. Ele respondeu simplesmente: “Eu sou surdo para tudo aquilo que tenta me desanimar ou frustrar meus planos; apenas escuto conselhos que me tragam algum bem”.

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Muitas vezes quando resolvemos fazer algo na nossa vida, ouvimos de todos, principalmente das pessoas mais próximas, que somos doidos, que não devemos fazer isso ou aquilo, pois é perda de tempo. Se dermos ouvidos e nos deixarmos levar, acabaremos desistindo dos nossos sonhos e fracassando.

Quando você decide algo na sua vida, e tem certeza de que é isso o que você quer, vá, corra atrás desse sonho e não olhe para trás. Se perder coisas que ama, tenha certeza de que há algo melhor para você. Nunca perca a fé e sempre se mantenha firme no seu propósito!

Texto de João Lourenço
TSKF Barro Preto